Uma lágrima.
Para todos.
Cronicando, indefinidamente, infinitamente...
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Paralelamente escrevinhando.
Alguém que escreva, nem que seja para si, tem de ser uma pessoa reservada, tímida, talvez. Mesmo que não o aparente.
Concordo mais que plenamente.
Um dia li um texto que dizia isso, "quem fala muito, pouco lhe sobra para escrever". E não deve de haver maior verdade que esta.
Talvez o que escreva aqui, as ideias que deixe aqui, sejam coisas que nunca disse a ninguém.
Talvez.
Talvez nem a mim mesmo.
Talvez.
Mas isso é o mais importante.
Porque o que eu escrevo para mim, é um eterno diálogo comigo: comigo e só comigo, imortalizado numa folha (não eterna) de papel.
Vantagens, ou desvantagens, claro está.
Gosto de ter resposta vivas, de pessoas que olham para mim e percebem o que se passa comigo nesse instante.
Antes de todo o mundo.
Antes que eu próprio tenha reparado que eles tenham reparado.
Que me perguntem, que me respondam, que acima de tudo me critiquem.
Mas a minha folha de papel, será sempre a minha folha de papel.
Ela pode não ter resposta para mim.
Se tiver, certamente que fui eu que encontrei a resposta, algures, dentro de mim.
(E a folha, supostamente, está fora de mim. Ou será que está dentro?)
Admito que, maioritariamente das vezes, não tem.
Mas mesmo assim, não me questiona, não me censura.
Não é que isso seja fantástico, que não é.
Mas no fundo, e sempre no fundo, não passa de uma folha, como tantas outras, salpicada aqui e acolá de lágrimas (ou salpicada aqui e acolá de sorrisos, quem sabe).
Mas para mim, será sempre o meu pensamento, a volatilidade do meu pensamento eternizada numa folha de papel.
Para quem lê, pode não ser nada.
Mas para quem escreveu, certamente que é tudo.
Para mim, será sempre tudo.
Concordo mais que plenamente.
Um dia li um texto que dizia isso, "quem fala muito, pouco lhe sobra para escrever". E não deve de haver maior verdade que esta.
Talvez o que escreva aqui, as ideias que deixe aqui, sejam coisas que nunca disse a ninguém.
Talvez.
Talvez nem a mim mesmo.
Talvez.
Mas isso é o mais importante.
Porque o que eu escrevo para mim, é um eterno diálogo comigo: comigo e só comigo, imortalizado numa folha (não eterna) de papel.
Vantagens, ou desvantagens, claro está.
Gosto de ter resposta vivas, de pessoas que olham para mim e percebem o que se passa comigo nesse instante.
Antes de todo o mundo.
Antes que eu próprio tenha reparado que eles tenham reparado.
Que me perguntem, que me respondam, que acima de tudo me critiquem.
Mas a minha folha de papel, será sempre a minha folha de papel.
Ela pode não ter resposta para mim.
Se tiver, certamente que fui eu que encontrei a resposta, algures, dentro de mim.
(E a folha, supostamente, está fora de mim. Ou será que está dentro?)
Admito que, maioritariamente das vezes, não tem.
Mas mesmo assim, não me questiona, não me censura.
Não é que isso seja fantástico, que não é.
Mas no fundo, e sempre no fundo, não passa de uma folha, como tantas outras, salpicada aqui e acolá de lágrimas (ou salpicada aqui e acolá de sorrisos, quem sabe).
Mas para mim, será sempre o meu pensamento, a volatilidade do meu pensamento eternizada numa folha de papel.
Para quem lê, pode não ser nada.
Mas para quem escreveu, certamente que é tudo.
Para mim, será sempre tudo.
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Talvez, um dia.
Um dos melhores músicos que ouvi, tinha uma frase que dizia:
"faço música para mim, mas ouve quem quiser!".
Talvez por isso, para mim, seja dos melhores.
Porque o melhor, não é o que se escreve porque se tinha de escrever.
O melhor é sempre, e sempre o será para mim, o que escrevemos para nós.
E eu, também escrevo para mim. Só para mim.
E partilho com vocês.
Talvez deva fazer uma chamada de atenção:
o que eu escrevo não é o que sinto: é o que sinto transformado em palavras.
Nem por um instante, terá algo a ver com o que eu sinto: porque sinto-o para mim.
Da mesma maneira, quem lê, não lê o que eu escrevi, nem tão pouco que eu sinto.
Lê o que pensa que leu.
Refúgio.
Será sempre isso que para mim será o que escrevo.
Talvez, e esta é a parte engraçada, seja um refúgio do que sinto.
Então, como alguma vez, por um breve instante, podiam ser a mesma coisa?
Nunca serão.
"faço música para mim, mas ouve quem quiser!".
Talvez por isso, para mim, seja dos melhores.
Porque o melhor, não é o que se escreve porque se tinha de escrever.
O melhor é sempre, e sempre o será para mim, o que escrevemos para nós.
E eu, também escrevo para mim. Só para mim.
E partilho com vocês.
Talvez deva fazer uma chamada de atenção:
o que eu escrevo não é o que sinto: é o que sinto transformado em palavras.
Nem por um instante, terá algo a ver com o que eu sinto: porque sinto-o para mim.
Da mesma maneira, quem lê, não lê o que eu escrevi, nem tão pouco que eu sinto.
Lê o que pensa que leu.
Refúgio.
Será sempre isso que para mim será o que escrevo.
Talvez, e esta é a parte engraçada, seja um refúgio do que sinto.
Então, como alguma vez, por um breve instante, podiam ser a mesma coisa?
Nunca serão.
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