Um dos melhores músicos que ouvi, tinha uma frase que dizia:
"faço música para mim, mas ouve quem quiser!".
Talvez por isso, para mim, seja dos melhores.
Porque o melhor, não é o que se escreve porque se tinha de escrever.
O melhor é sempre, e sempre o será para mim, o que escrevemos para nós.
E eu, também escrevo para mim. Só para mim.
E partilho com vocês.
Talvez deva fazer uma chamada de atenção:
o que eu escrevo não é o que sinto: é o que sinto transformado em palavras.
Nem por um instante, terá algo a ver com o que eu sinto: porque sinto-o para mim.
Da mesma maneira, quem lê, não lê o que eu escrevi, nem tão pouco que eu sinto.
Lê o que pensa que leu.
Refúgio.
Será sempre isso que para mim será o que escrevo.
Talvez, e esta é a parte engraçada, seja um refúgio do que sinto.
Então, como alguma vez, por um breve instante, podiam ser a mesma coisa?
Nunca serão.
Cronicando, indefinidamente, infinitamente...
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

3 comentários:
A escrita será sempre, também para mim, um dos refúgios!
O resto são os amigos :)
os amigos e a cerveja =)
um escritor que tu gostas muito distinguia, tal como tu, as palavras sentidas, as palavras escritas e as palavras lidas.
nunca deixes de escrever, porque além de ser um refúgio, é um prazer para quem lê!
Enviar um comentário