Cronicando, indefinidamente, infinitamente...

domingo, 24 de outubro de 2010

Há músicas que não dizem nada e era capaz de lhes confiar a minha vida.
Há tantas que dizem tudo, que explicam tudo, mas nunca me disseram nada.
É engraçado o efeito que a música tem nas pessoas: fazem pensar, rir, chorar, sorrir. Descrevem o que sentes, o que não sentes e aquilo que não sabes que podes vir a sentir. Falam sobre este mundo, o teu mundo, ou outro mundo qualquer. E essa é sem dúvida, a parte engraçada.
Quantas vezes o teu rádio nunca falou contigo? O meu, geralmente, é um sacana para mim.
Faz-me chorar.
Faz-me pensar nalguma coisa, nalgum momento, se traduz em tanta coisa...
E o engraçado é que sinto que ele está literalmente a "cantar" para mim. Que está a dar-me um recado, que me está a contar uma história.
Que fala comigo.
Que me dá conselhos. Que me leva para outro lado.
Geralmente, a música que ouço reflecte o que eu sinto. Reflecte o que eu penso.
E a música que trato comigo, em canta momento, sou eu.

3 comentários:

Carlos Sarmento disse...

DO CRL!! é o que tenho para te dizer!! sabes bem que tudo o que escreves t é verdade! Abraço daqueles mano!!!

Fred disse...

Há momentos em que cada melodia nos relembra algo... algo que por vezes não queremos lembrar mas não conseguimos evitar!

No final sorrimos :)

Um abraço

Camila Tonin disse...

Quanta sensibilidade, Diogo!
Essa música traz muita coisa...

beijos!